13 de mar de 2011

EXISTE VIDA DEPOIS...DO MEIO-JOGO?

FINAL-TERRENO ESTÉRIL?
NÃO, COMPLETAMENTE FÉRTIL!
Em  muitos anos de estudos e leituras de XADREZ sempre evitei estudar os finais. Tal forma  equivocada de estudar me custou muitas partidas e a maioria dos jogadores amadores também tem essa rejeição! É lógico que os profissionais não tem escolha senão "mergulhar de cabeça", se quiserem alcançar um nível superior. Porque o final é tido como uma fase estéril da partida? Porque há poucas peças? Aparentam ser geométricos e semelhantes à formulas que podem ser aprendidas e aplicadas, porém frias, complexas, e difíceis de aplicar... São concepções erradas! Aos poucos, mudei minha opinião a respeito! Os finais são  fontes inesgotáveis de estudo. Estão ligados ao meio-jogo e à  abertura. Quando estudamos os finais, automaticamente ganhamos confiança no meio-jogo, além de termos pista sobre qual direção tomar em momentos críticos, podendo ser um fator decisivo... Todos os grandes Jogadores da história do XADREZ são  exímios finalistas! Certamente tornar tal leitura prazeirosa trará vários resultados positivos...

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